As enfermidades desta era designada de modernidade líquida é majoritariamente (e isso não está restrito apenas as doenças que não são clinicamente justificadas) um veemente protesto do organismo, do sôma (corpo) como extrato da facticidade histórica a má gestão da existência, do como existimos o viver, na perspectiva de Bakhtin a enformação da vivência. Na verdade, uma ab-reação do (i)consciente, na qualidade de discurso do outro que sou eu mesmo à indiferença gritante (destituída de significado e plenitude teleológico) a singularidade do meu ato enquanto agente autobiográfico no mundo, como categoria própria de concretude dos entes. Uma tomada de posição interior a falta de assinatura responsiva na existência face às paulatinas exigências e expectativas que os não nós nos impõe, esquecendo que a vida ganha peso de acontecimento singularizado nela mesma e no ato responsivo do...
Abordagem da psicanálise, filosofia da linguagem e existencialismo no viés do Evangelho da graça por meio de texto e aforismo como uma tentativa de resposta, comunicação e conexão na pós-modernidade e seus desafios morais, culturais e espirituais... rev. Marcus King Barbosa filósofo da cultura e pastor reformado