A espiritualidade do espetáculo, do gogó, da autoafirmação em face do outro que chamamos (muitas vezes só por força do hábito) de irmão, que Martinho Lutero chamava de teologia da glória é fácil de ser vivida. Agora, a espiritualidade de verdade (teologia da cruz como Lutero chamava) , da cruz, que implica negativamente em renuncias: do Ego, da manipulação religiosa do outro, da ‘doce’ prática do julgamento alheio, entre outras mazelas que se multiplicam como fungos no meio evangélico ( Gl 5.19-21). E positivamente no se abrir para o encaminhamento do Espírito da nossa existência partindo de nosso interior ( Gl 5.16, 22-26). Isso concerteza é difícil . Na verdade sem disputa raro de vê (ou vocês acham que Jesus falou de poucos os escolhidos por quê?) isso porque é obvio, não se acha perdido em Congressos de igreja, reuniões eclesiásticas de qualquer naipe, shows gospel, Encontros, enfim. ...
Abordagem da psicanálise, filosofia da linguagem e existencialismo no viés do Evangelho da graça por meio de texto e aforismo como uma tentativa de resposta, comunicação e conexão na pós-modernidade e seus desafios morais, culturais e espirituais... rev. Marcus King Barbosa filósofo da cultura e pastor reformado