As setes igrejas do apocalipse são realidades histórico e geograficamente definidas (Ap 2 e 3). Ao mesmo tempo em sentido simbólico-profético sinalizam dimensões, vivencias e conjunturas experimentadas pelas igrejas em todo sua militancia histórica e temporal nessa dispensação até a parousia de Jesus como escreveu Simon Kistemaker: “As coisas que João viu, as que são e as que acontecerão depois - todas essas partes se aplicam a todas as igrejas do passado, do presente e do futuro” (Kistemaker - 2004,p.140). Desta forma, enquanto, projeto apocalíptico as igrejas do apocalipse indicam, descrevem e advertem que existirão igrejas vivas e pneumaticamente vibrantes e igrejas mortas e corruptas. Tanto essa realidade como anterior têm em duas igrejas sua representação mais completa, a saber, Laodiceia (Ap 3.14-22) e Filadélfia (Ap 3.7-13). Filadélfia representando o que seria na história uma igreja viva e saudável espiritualmente, já Laodiceia em contrário senso o que seria uma i...
Abordagem da psicanálise, filosofia da linguagem e existencialismo no viés do Evangelho da graça por meio de texto e aforismo como uma tentativa de resposta, comunicação e conexão na pós-modernidade e seus desafios morais, culturais e espirituais... rev. Marcus King Barbosa filósofo da cultura e pastor reformado