A série da HBO Games of Thrones na sua 8º temporada está sensacional, superando fácil as expectativas dos fãs e das próprias temporadas passadas. Porém, o que tem me despertado a reflexão são os abundantes acertos de pendências relacionais que saturaram esses dois primeiros episódios: Theon Greyjoy e sua irmã Yara, Sir Jamie Lanister e Bran Stark, Theon e Sansa Stark,enfim. Não é novidade que um dos motores do sucesso esplendoroso dessa supersérie é a competência com que trabalha no subterrâneo da trama temas existenciais de grande monta e apelo universal: xenofobia, traição, preconceito, violência, erotismo, perversão, enfim. Dessa feita o tema de fundo, transversal abordado nesses primeiros episódios que despertou minha atenção (por sua proximidade gritante com um tópico importante do sistema de valor do Evangelho de Jesus que é o arrependimento) foi o confronto com os desdobramentos da má escolha e o devido ajuste das dívidas advinda dela. O filósofo Martin...
Abordagem da psicanálise, filosofia da linguagem e existencialismo no viés do Evangelho da graça por meio de texto e aforismo como uma tentativa de resposta, comunicação e conexão na pós-modernidade e seus desafios morais, culturais e espirituais... rev. Marcus King Barbosa filósofo da cultura e pastor reformado