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Mostrando postagens com o rótulo psicossomática

PSICOSSOMÁTICA, COURAÇA E REPRESSÃO

Todos estamos expostos a limitação de nossos desejos ( wünsche ) em forma de processos repressivos, desde os mais leves e tênues até os mais severos e truculentos. É inevitável, pois, somos todos, querendo ou não somos consequências de pactuações (mesmo que pulverizadas na pós-modernidade e sua ênfase ao individual, fragmentado e episódico) civilizatórias nos moldes do contrato social russeliano e outras sinalizações pró- civilização e harmonia sociopolítica, a razão de ser disso é que é melhor o contrato com renuncias de potestades pessoais do que a barbárie e a ética do mais poderoso, que nem sempre pode ser nós!!   Entretanto, quando ocorre esse tipo de repressividade nos frustramos e há uma descarga protetiva do sistema Psi. Bem se esta pulsão não é simbolizada ou redimensionada no ato reativo, catártico e; ao invés, essa excitação ( Aufregung ) é reprimida, por exemplo, prendendo a respiração para não estourar, ou engolindo seco para dizer o que (não) deveria ser dito (o...

STRESS UM INIMIGO PERIGOSO

Uma das maiores conquistas da modernidade liquida foi à descoberta do protagonismo das emoções nas multivariadas crises que a assolam. Quer em nível pessoal como social, tanto em dimensão relacional como existencial. Dentro do emaranhado complexo de emoções que contribuem para vitalizar esses intensos problemas existenciais está o transtorno de ansiedade, que infelizmente nos últimos tempos adquiriu uma condição de projeção e densidade em tal magnitude que muitos começam a falar de uma ‘Era da ansiedade’.             Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) mais de 20% da população dos grandes centros urbanos estará exposta a algum tipo de variação desse transtorno. O prognóstico diria, parafraseando Lya Luft é sombrio.             Dentro das variações que compõe o universo do transtorno de ansiedade quero particularizar o stress. Nesse ponto, pode surgir a seguinte...