A indagação no primeiro exame parece mais com um jogo
filosófico de ideias e não algo pertinente, mas o fato é que não é, isso porque
realmente do ponto de vista de nossa existência nós estamos ou somos. A coisa
boa é que essa definição a cada momento vem sendo descoberta e difundida pela neurociência,
a passos longos e lentos mais avançando.
Entretanto, que negócio
é esse de estamos e não somos? Bem, somos e não estamos na perspectiva de que a
realidade de cada um é diferente, sintetizada a partir dos paradigmas da
biologia, hereditariedade, experiência pessoas, condicionamentos socioculturais
e nosso sistema de valores (axiologia).
Por outro lado, estamos no sentido da realidade
geograficamente imposta, sim porque o Real, aquilo que é singular ao corpo e as
nossas fronteiras subjetivas é completamente alienado as nossas existências e situa-se
à revelia de nosso talante pessoa, afetivo e sentimental.
Daí que somos dentro do estamos à medida em que pilotamos as
estradas sinuosas do Real, evidentemente que tal trajeto é construído e reconstruído
a partir da nossa exposição aos os elementos de contingencias e a própria
repercussão destes aos nossos sentidos, porém, com as cores do nosso estamento
pessoal.
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