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lições da morte de Sansão

 Pregamos hoje sobre a morte de Sansão (Shimshon). Personagem ambíguo esse Sansão. Vida marcada indelevelmente por contrastes; nesse sentido, não muito distinta da nossa. Fato é que Sansão viveu uma vida de profundas negações de sua vocação como nazireu (n´zer). Não manteve em concretude seus votos; ao contrário se arrojou em uma busca celerada de experiências e desejos (Jz 14. 8-9; 16.1).


 Essa trajetória descomprometida de Sansão ganha seus contornos finais na traição de Dalilá, a medida que em ele revela-lhe seu ‘segredo’, o que lhe fazia o homem poderoso que era, a resposta da sua extraordinária força física, que de imediato é por ela aproveitado e o poderoso Sansão é subjugado, vencido e humilhado com a cegueira e escravidão (16.17-21). 


Outrossim, na minha mensagem destaquei que toda vida infiel da Sansão é alterada na vivencia da sua morte. Nela Sansão vive em nível integral uma existência que deveria ter pontuado todo seu existir (16.28-30). Na sua partida, aprendemos três lições absolutamente indispensável para quem quer viver uma vida exitosa e verdadeiramente espiritual. E Primeiro, a morte de Sansão nos ensina que apesar de talentos e dons singulares é totalmente possível experimentar um fracasso retumbante. A segunda lição que a morte de Sansão nos ensina é que em algumas situações, em nossas crises mais profundas Deus escutas nosso grito de clamor. Terceiro lugar, a morte de Sansão nos ensina, que Deus é capaz de reinscrever de modo glorioso nossa história. SDG

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