O perigo dessa teologia viralizada no
universo gospel e ampliada dentro do mundo midiático é a promoção da apostasia da
fé que marcará a presença indisfarçável do reinado dos horrores (1 Tm 4.1-5)
visto que ela constrói uma camuflagem atraente: prosperidade material, sucesso
profissional, reconhecimento público, manifestações de milagres, alto desempenho
profissional e “ministerial” enfim, com o propósito de substitui uma
transformação interior; e, por consequência relacional, tão radical, visceral,
extraordinário, profundíssima que é chamada de novo nascimento.
Por conta dessa teologia incorporada na
comunidade eclesiástica consciente ou inconscientemente toleramos tanta gente
ainda sem transformação, com crises nas interações, preconceituosas, arrogantes
na comunidade da fé, inclusive na liderança, simplesmente escondidos no fundo
de uma riqueza material, de uma gestão de aparência, e tantos outros mecanismos
de camuflagem pensando de si mesmo que pertencem ao corpo espiritual e ao
reinado do Cordeiro quando na verdade estão bem distantes (Mt 7.21-23). Por
isso entendo que esse sim é o grande atentado que esse pensar e viver teológico,
comportamental contemporâneo vem produzindo e precisa ser confrontado com urgência.
SDG.
Rev. Marcus King Barbosa
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